quarta-feira, 27 de julho de 2011

A importância das planilhas de gastos

Pessoal,

Antes eu achava que a importância de se anotar todos os gastos diários, dividos em categorias, era somente para saber o quanto e com o quê se gasta. Isso permite o planejamento financeiro, sabendo onde se deve cortar gastos quando necessário.

Entretanto, esses dias percebi mais uma outra função importante das planilhas: lembrar o valor pago em cada oportunidade. Esta semana, precisei de trocar um produto no Leroy (o chuveiro elétrico do post anterior, que estava quebrado - comprei depois o mais barato na internet), mas tinha jogado fora o cupom fiscal (muito feio, não façam isso). Para resgaratem meu cupom, eu precisaria informar o valor exato da minha compra. Acontece que, como tinha lançado na planilha, pude informar o valor exato, e consegui realizar a troca!

O outro foi um crédito de Dotz que esqueci de fazer no dia, e também não tinha nota (era uma choperia). Com o valor da conta, eles se dispuseram a creditar os pontos em atraso, na minha próxima ida ao local.... Desculpa para tomar outro chopp!

Por último, é bem legal ao final do mês ou do ano formular um gráfico pizza, e ver onde seu dinheiro está sendo consumido!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Em tempo...

Fiquei tão sumido assim também devido ao processo de mudança e montagem da casa nova!

Várias dicas surgiram desta experiência, e pretendo compartilhá-las aqui com vocês.

A primeira vai lá:

Tudo, ou quase tudo, é mais barato na internet. Eu achava que era isso mesmo, mas tive certeza depois que achei um CHUVEIRO elétrico por R$ 44, 00 na Americanas que estava por R$ 82,00 no Leroy. 

Se até chuveiro dá pra comprar na internet, e ainda por cima bem mais barato, antes de comprar algo,  dê uma pesquisada no bondfaro ou no buscapé!

A volta...

Depois de 2 meses sem postar nada, meu blog poderia (ou até deveria) ser tirado do ar!!!

Fico até com vergonha de continuar postando, mas agora vou adotar um novo objetivo: postar regularmente, nem que seja qualquer coisinha...

Para celebar a volta, volto a falar deles: os títulos do tesouro direto, melhor opção de investimentos em renda fixa na minha opinião.

Segue link da Bovespa, que constata que os investidores em títulos cresceram 30%, e que 60% destes são investimentos abaixo de 5 mil reais.

http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/noticias/2011/Numero-de-pessoas-cadastradas-no-Tesouro-Direto-cresce-quase-30-em-12-meses-2011-07-26.aspx?tipoNoticia=1&idioma=pt-br

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Artigo Estado de Minas

Esses dias me lembrei de um artigo do início do ano passado que enviei para o Estado de Minas, e me esqueci dele.

Não sei se já tinha postado aqui no blog o link, de toda forma, aqui vai:

http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/na-real/2010/03/11/internas_nareal,151129/como-voce-sabe-se-esta-investindo-ou-apostando-na-mercado-de-acoes.shtml

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Consórcios: uma boa ou não?

Imagine que você e mais 19 conhecidos desejam ter o mesmo bem: um veículo de 40 mil reais. No entanto, ninguém tem essa quantia a vista, e por variados motivos, não desejam contratar financiamento. Então alguém surge com a seguinte idéia: todos vão pagar 20 parcelas mensais de 2 mil reais, pois, assim, a cada mês vocês terão dinheiro suficiente para comprar um carro, que será sorteado entre os participantes. No final dos 20 meses, todos terão seus carros, sem ter recorrido ao financiamento e sucumbido às taxas de juros praticadas pelo mercado.


Essa é basicamente a idéia dos consórcios. É claro que, consórcio comercial, não se compra um veículo específico, mas sim uma carta de crédito, no valor de X mil reais, que poderá ser utilizada para comprar um carro neste exato valor ou ser dada de entrada para um carro mais caro. Exatamente o mesmo com imóveis: a compra de uma carta de R$ 80 mil não significa que você precisa comprar um imóvel de R$ 80 mil, posto que esta carta pode ser, por exemplo, utilizada de entrada em um imóvel de R$ 400 mil.

Inicialmente, se não houver urgência de adquirir o bem, o consórcio se mostra uma ótima opção. Entretanto, do ponto de vista do planejamento financeiro, o tema divide opiniões e não se mostra tão simples assim...

Nesse sentido, pretendo traçar algumas considerações sobre o consórcio, tentando chegar à conclusão de quando será realmente interessante, e quais cuidados devem ser tomados no momento da escolha. Considerarei somente a hipótese de sorteio, e não a hipótese de ofertar lances (nos consórcios, geralmente são entregues duas cartas de crédito: uma ao sorteado e outra a quem oferecer a maior quantia à vista pela carta).

O primeiro ponto, de natureza elementar, é a de que o consórcio no mercado não funciona como o consórcio dos amigos citado no início deste texto. Ao contratar-se um consórcio, não se pagam juros, mas paga-se uma taxa de administração à consorciada, além de um seguro de vida que quitará suas parcelas caso algum infortúnio lhe aconteça.

Exemplo real (simulação do site da Minasmáquinas):

Uma carta no valor R$ 120.000, para aquisição de imóveis, implicaria em 144 parcelas mensais de 1025,54. Ao final dos 144 meses, o valor total pago pela carta de 120 mil será de R$ 147.677,76 .

A diferença entre o valor da carta e o valor pago é a taxa de administração somada ao seguro de vida. No entanto, assim como sabemos que fadas e duendes não existem, sabemos que essa taxa e esse seguro funcionam de forma análoga aos juros do financiamento.

No financiamento, você paga o juros justamente pela comodidade de ter o bem naquele exato momento. Ou seja, o juros são devidos pela antecipação de um dinheiro que você não tem. No consórcio, você não tem nenhuma garantia de que terá o bem naquele exato momento. Há, inclusive, chances de você somente adquirir o bem na última parcela de pagamento. Por isso, a taxa de administração do consórcio deve ser muito inferior aos juros, para que compense o risco da demora no recebimento do bem.

Veja: se no financiamento você paga os juros pela certeza de ter o bem na hora, e essa certeza não existe no consórcio, não faz sentido você pagar um valor próximo ao dos juros.

Importante então pensar o seguinte: se você der sorte,e for sorteado no início do consórcio, será um excelente negócio! Você teria assumido uma “taxa de juros” baixa, pelo risco de demorar a receber o bem, porém o recebeu rapidamente.

Por outro lado, se você for um dos últimos a ser sorteado, terá sido um péssimo negócio! Você teria pagado uma “taxa de juros” à toa, pois, já que não receberia o bem antecipadamente mesmo, poderia simplesmente ter juntado as parcelas e pagado à vista. Ou ainda: poderia ter investido as parcelas, e além do rendimento obtido rendimento, negociar um desconto pelo pagamento à vista.

Tudo parece, então, ser uma questão do momento em que se é sorteado. Ao compararmos um exemplo real de financiamento com um exemplo de consórcio, será que é possível achar o ponto exato no tempo, no qual o consórcio passaria a ser um mau negócio?

Vou pesquisar e tentar pensar algo nesse sentido. Se alguém tiver alguma sugestão ou dica, gentileza contribuir! Voltarei depois com mais considerações sobre o consórcio.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Foco nas classes C e D

Li uma notícia hoje que alguns fabricantes estão produzindo móveis parecidos com os da classe A, mas direcionados às classes C e D. Para isso, otimizaram a produção e utilizaram matéria prima mais barata com o intuito de deixar o preço bem mais barato.

A idéia não tem se aplicado somente aos móveis. Diversos empresários e investidores têm fornecido produtos e serviços que "copiam" os das classes mais altas, mas que visam exclusivamente as classes C e D. Isto porque essas classes tem sido, certamente, as que mais consomem no país. Além disso, nada mais lhes atrai do que a possibilidade de adquirir produtos similares aos top de linha.

Por isso, acredito que esse ramo tem apresentado uma boa opção de empreendorismo, com boas chances de obtenção de lucro expressivo, muitas vezes até superior do que o obtido por empresas cujo foco é as sofisticadas e já saturadas classes A e B.